Li o texto sorrindo de orelha a orelha, justamente porque tô vivendo o oposto, chegando na sexta com as coisas que tinham que ser feitas na segunda ainda por fazer. Hahaha.
Contudo, entretanto, todavia.. independente das pilhas de coisas não feitas que não cabem num mesmo dia junto da maternidade que escolhi viver, tenho me permitido essa mesma medicina — pausar e estar no corpo.
E é esse o próximo bálsamo da Vagarosa que já tá pronto mas tá faltando aquela última edição virginiana. Hahahaha.
Sempre uma delícia te ler, comadre.
E vou repetir aquilo que já te disse uma vez: aproveita para dormir agora.
Obrigada por espalhar a palavra sobre a minha partilha lá na Comadreria.
Achei linda a tua forma de homenagear teus pais, mas não se engane. A "culpa" de não saber lidar com o ócio nao é só da tua criação. O neoliberalismo tornou o descanso em falha moral.
Meu Deus, fomos criadas pelos mesmos pais! "eu fui criada por dois malucos que não sabem parar. meu pai amassava suas latinhas de cerveja embaixo da janela do meu quarto quando o relógio dava 10h nos finais de semana porque era inconcebível pra ele que eu continuasse dormindo. já minha mãe, apesar de ficar brava e tentar fazê-lo parar de besteira, até hoje repete que “dormir é perda de tempo”. Cada texto seu, vejo o quanto mais temos em comum. Vamos ser amigas?
Yna, "tudo o que eu faço e crio foi (e é) antídoto que eu mesma precisei (e preciso)", essa frase me pegou na identificação. Lembrou meu texto "emudencendo, adoeço-me", te convido a ler, inclusive.
É uma delícia te ler, Yna. Exageradamente identificada com o “preencher o tempo de afazeres por não saber lidar com a paz de ter tempo”. Últimos dias dedicados a essa reflexão por aqui
achei interessante que até o seu jeito de escrever é acelerado, a gente lê sem pausa, engata mesmo. Adoro sentir a voz da pessoa quando leio.
hahahahaha sério, Clara? que interessante saber dessa percepção!
Li o texto sorrindo de orelha a orelha, justamente porque tô vivendo o oposto, chegando na sexta com as coisas que tinham que ser feitas na segunda ainda por fazer. Hahaha.
Contudo, entretanto, todavia.. independente das pilhas de coisas não feitas que não cabem num mesmo dia junto da maternidade que escolhi viver, tenho me permitido essa mesma medicina — pausar e estar no corpo.
E é esse o próximo bálsamo da Vagarosa que já tá pronto mas tá faltando aquela última edição virginiana. Hahahaha.
Sempre uma delícia te ler, comadre.
E vou repetir aquilo que já te disse uma vez: aproveita para dormir agora.
Obrigada por espalhar a palavra sobre a minha partilha lá na Comadreria.
Achei linda a tua forma de homenagear teus pais, mas não se engane. A "culpa" de não saber lidar com o ócio nao é só da tua criação. O neoliberalismo tornou o descanso em falha moral.
Meu Deus, fomos criadas pelos mesmos pais! "eu fui criada por dois malucos que não sabem parar. meu pai amassava suas latinhas de cerveja embaixo da janela do meu quarto quando o relógio dava 10h nos finais de semana porque era inconcebível pra ele que eu continuasse dormindo. já minha mãe, apesar de ficar brava e tentar fazê-lo parar de besteira, até hoje repete que “dormir é perda de tempo”. Cada texto seu, vejo o quanto mais temos em comum. Vamos ser amigas?
Yna, "tudo o que eu faço e crio foi (e é) antídoto que eu mesma precisei (e preciso)", essa frase me pegou na identificação. Lembrou meu texto "emudencendo, adoeço-me", te convido a ler, inclusive.
Ai ai, a culpa né? Sempre querendo nos sabotar.. mas seremos rebeldes e tiraremos um cochilo aleatório sim!! Amei o texto.
É uma delícia te ler, Yna. Exageradamente identificada com o “preencher o tempo de afazeres por não saber lidar com a paz de ter tempo”. Últimos dias dedicados a essa reflexão por aqui