Yna, que reflexão bonita, me tocou muito. Eu me vi em diversos momentos do texto. Sinto que ainda pulsa bastante raiva por aqui e que muitas vezes ainda deixo o ódio tomar conta, mas estou lutando demais para não afundar nisso toda vez.
Desvio e coloco energia em mim, num tipo de amor que só eu posso me dar. Ao contrário de você, não tenho tantos homens ao meu redor para admirar. Quem me sustenta são mulheres, desde sempre.
Eu cansei de odiar e também de tentar ensinar. Já fui essa mulher que quer propor diálogo, que quer mostrar o caminho, mas é isso que você escreveu: cansa ser a professora que tá sempre falando sozinha. Enfim, obrigada pela reflexão. Fez meu dia mais feliz e amoroso, tanto que partilhei com amigas 💜
eu sinto que mesmo que eu admire os homens a minha volta, também são as mulheres que me sustentam, sabia? sinto que sempre será assim. muito grata pelo seu comentário, Paty! fiquei bem feliz.
Yna, fazes uma reflexão profunda de quão somos vulneráveis a este patriarcado, de que só lós vistas como “coisa”. Penso que já avançamos, principalmente qdo temos filhos e conseguimos com que reflitam sobre a humanidade que temos que ter com o outro, independente de gênero.
Viemos para ser feliz. Eu sigo essa lógica meio antiga, meio mística, de que a gente recebe exatamente o que compartilha. Carregar ódio pode até proteger, mas ele ocupa o espaço onde a felicidade deveria entrar. Eu prefiro continuar compartilhando o bem, mesmo quebrando a cara algumas vezes, do que ter a segurança amarga de quem desistiu das pessoas. O risco de ser feliz vale a pena.
Yna este seu texto me desperta tantos sentimentos. Eu nunca odiei os homens enquanto classe. Tive sim uma coleção de sentimentos negativos para membros específicos, mas sempre como pessoas, assim como não penso em mulheres como seres melhores que eles, e uma das razões é que conheço mulheres horrorosas.
Seu texto me pegou no dia seguinte em que eu comecei a escrever um texto (que não sei se um dia verá a luz do dia, pois é muito diferente de tudo que eu escrevo). Eu conheci meu primeiro red pill. Existia uma parte de mim que não acreditava de verdade que eles existiam. E quando eu fi que, não só eles existem, como tem outros atributos que fizeram com que eu me interessasse por ele, foi um experiência assustadora.
Ainda estávamos nos estados iniciais do interesse, então é algo que pode ser cortado, mas senti um pequeno luto. Acompanhado (depois) pela gratidão de ter descoberto agora e não depois de estar envolvida.
Durante a leitura, interrompi para uma busca no Instagram dele. Senti como se estivesse marcando mais um ponto em uma cartela de bingo: ele segue a página dos Legendários. Junto com outras coisas as quais sou contra. Pelo menos é o único membro das pessoas que eu sigo que consome (abertamente) este tipo de conteúdo.
mulheeeeer do céu! que encontro! e que conflituoso que deve ter sido pra você sentir atração e depois perceber essa realidade. eu adoraria ler o que você escreveria sobre, quando se sentir preparada para compartilhar!
Vou procurar nos recursos se tem alguma forma de compartilhar um rascunho com vc. Eu tenho quase certeza que eu vi em algum lugar que era possível compartilhar, só não sei com faz 🙃
Eu adorei o texto e as reflexões, mas eu tô particularmente impactada com isso aqui “na escola, eu sabia que porque os meninos me subestimavam, eu sempre os convenceria a me dar um tazo. minha mãe não me deixava comer salgadinho, então eu não tinha outra forma de garantir os meus. “tá bom, eu te dou esse repetido!”. ótimo! era tudo o que eu precisava para entrar no jogo de bater bafo e ganhar mais uns 15.”. Passei anos pensando que algumas experiências eram individuais, mas não. Eu também ia bater bafo com eles pra ganhar tazo e ganhava mais ainda quando ouvia um “você é menina, você nem deveria estar jogando com a gente”. E la vinham mais 15 tazos. Então, nao odiemos os homens, mas saldemos as meninas que ganharam tazos deles hahaha!
Yna, uma maravilhosa reflexão. Hoje é um dos dias em que minha raiva pelo gênero masculino está bastante alto, confesso. Por diversos motivos, mas principalmente pelos quais você citou: esse patriarcado desnecessário e que só serve para nos humilhar e nos afastar. Eu tento sempre odiar menos os homens, afinal, tenho um filho, um companheiro e outros homens em minha vida que me mostram que nem todos eles estão perdidos, mas honestamente... da maioria sigo querendo distância
Sinto que é de fato um trauma, crescemos com tantos e tantos motivos para não admirar, pra ter nojo, pra ter distância. As vezes realmente penso como ainda consigo amar e querer amar algum - com certeza é uma lavagem cerebral dos filmes porque desse desejo só me vem idealizações, não realidade - só tenho um homem que ainda não desisti e é meu namorado - mas que mesmo assim tenho problemas que com mulheres nunca teria. Essa questão de gênero me deixa tão perplexa.
Yna, que reflexão bonita, me tocou muito. Eu me vi em diversos momentos do texto. Sinto que ainda pulsa bastante raiva por aqui e que muitas vezes ainda deixo o ódio tomar conta, mas estou lutando demais para não afundar nisso toda vez.
Desvio e coloco energia em mim, num tipo de amor que só eu posso me dar. Ao contrário de você, não tenho tantos homens ao meu redor para admirar. Quem me sustenta são mulheres, desde sempre.
Eu cansei de odiar e também de tentar ensinar. Já fui essa mulher que quer propor diálogo, que quer mostrar o caminho, mas é isso que você escreveu: cansa ser a professora que tá sempre falando sozinha. Enfim, obrigada pela reflexão. Fez meu dia mais feliz e amoroso, tanto que partilhei com amigas 💜
eu sinto que mesmo que eu admire os homens a minha volta, também são as mulheres que me sustentam, sabia? sinto que sempre será assim. muito grata pelo seu comentário, Paty! fiquei bem feliz.
Yna, fazes uma reflexão profunda de quão somos vulneráveis a este patriarcado, de que só lós vistas como “coisa”. Penso que já avançamos, principalmente qdo temos filhos e conseguimos com que reflitam sobre a humanidade que temos que ter com o outro, independente de gênero.
verdade, Glaucia! também considero um lindo avanço esse.
Viemos para ser feliz. Eu sigo essa lógica meio antiga, meio mística, de que a gente recebe exatamente o que compartilha. Carregar ódio pode até proteger, mas ele ocupa o espaço onde a felicidade deveria entrar. Eu prefiro continuar compartilhando o bem, mesmo quebrando a cara algumas vezes, do que ter a segurança amarga de quem desistiu das pessoas. O risco de ser feliz vale a pena.
esse é o melhor risco a correr mesmo, Christiano! grata pelo comentário!
Yna este seu texto me desperta tantos sentimentos. Eu nunca odiei os homens enquanto classe. Tive sim uma coleção de sentimentos negativos para membros específicos, mas sempre como pessoas, assim como não penso em mulheres como seres melhores que eles, e uma das razões é que conheço mulheres horrorosas.
Seu texto me pegou no dia seguinte em que eu comecei a escrever um texto (que não sei se um dia verá a luz do dia, pois é muito diferente de tudo que eu escrevo). Eu conheci meu primeiro red pill. Existia uma parte de mim que não acreditava de verdade que eles existiam. E quando eu fi que, não só eles existem, como tem outros atributos que fizeram com que eu me interessasse por ele, foi um experiência assustadora.
Ainda estávamos nos estados iniciais do interesse, então é algo que pode ser cortado, mas senti um pequeno luto. Acompanhado (depois) pela gratidão de ter descoberto agora e não depois de estar envolvida.
Durante a leitura, interrompi para uma busca no Instagram dele. Senti como se estivesse marcando mais um ponto em uma cartela de bingo: ele segue a página dos Legendários. Junto com outras coisas as quais sou contra. Pelo menos é o único membro das pessoas que eu sigo que consome (abertamente) este tipo de conteúdo.
mulheeeeer do céu! que encontro! e que conflituoso que deve ter sido pra você sentir atração e depois perceber essa realidade. eu adoraria ler o que você escreveria sobre, quando se sentir preparada para compartilhar!
Vou procurar nos recursos se tem alguma forma de compartilhar um rascunho com vc. Eu tenho quase certeza que eu vi em algum lugar que era possível compartilhar, só não sei com faz 🙃
dá pra mandar pelo chat, Fe!
Enviado! Depois me conta
total, yna. partilho de vivências similares e tenho a mesma opinião hoje em dia. agradeço por esse post! foi um abraço em mim e na minha história.
que bom, Mire! fico bem feliz!
Muito bom. É uma reflexão que todas nós temos que ter.
Mas nunca vou parar de odiar homens que fazem xixi em pé na casa dos outros kkkkkkkk
HAHAHHAHHAHAHAHAH eu também não!
Eu adorei o texto e as reflexões, mas eu tô particularmente impactada com isso aqui “na escola, eu sabia que porque os meninos me subestimavam, eu sempre os convenceria a me dar um tazo. minha mãe não me deixava comer salgadinho, então eu não tinha outra forma de garantir os meus. “tá bom, eu te dou esse repetido!”. ótimo! era tudo o que eu precisava para entrar no jogo de bater bafo e ganhar mais uns 15.”. Passei anos pensando que algumas experiências eram individuais, mas não. Eu também ia bater bafo com eles pra ganhar tazo e ganhava mais ainda quando ouvia um “você é menina, você nem deveria estar jogando com a gente”. E la vinham mais 15 tazos. Então, nao odiemos os homens, mas saldemos as meninas que ganharam tazos deles hahaha!
hahahahahahahhahahaha que maravilhoso! visualizei nossas meninas bem felizes e pomposas agora!
incrível.
❤️🔥
Yna, uma maravilhosa reflexão. Hoje é um dos dias em que minha raiva pelo gênero masculino está bastante alto, confesso. Por diversos motivos, mas principalmente pelos quais você citou: esse patriarcado desnecessário e que só serve para nos humilhar e nos afastar. Eu tento sempre odiar menos os homens, afinal, tenho um filho, um companheiro e outros homens em minha vida que me mostram que nem todos eles estão perdidos, mas honestamente... da maioria sigo querendo distância
Sinto que é de fato um trauma, crescemos com tantos e tantos motivos para não admirar, pra ter nojo, pra ter distância. As vezes realmente penso como ainda consigo amar e querer amar algum - com certeza é uma lavagem cerebral dos filmes porque desse desejo só me vem idealizações, não realidade - só tenho um homem que ainda não desisti e é meu namorado - mas que mesmo assim tenho problemas que com mulheres nunca teria. Essa questão de gênero me deixa tão perplexa.