Nossa eu amei! Ano passado tive uma sessão de terapia que ela me perguntou se eu sentia raiva daquilo tudo que estava e lembro que fiquei até um tempo parada assimilando que sim, era raiva e como a gente pode nomear - e o quanto isso acaba sendo libertador ne?
Obrigada por lembrar dessa raiva como motor de combustão pra algumas coisas que estavam rondando por aqui
ela é tão desconhecida que a gente nem sabe reconhecer quando ela aparece, né? por isso é preciso falar sobre ela, expressá-la, observá-la, analisá-la! feliz em saber dos seus processos, Andréa♥️
raiva é um assunto tão complexo pra nós, mulheres, né? depois de muitos e muitos anos suprimindo pra agradar, sinto que estou voltando a me relacionar com a minha também. e que importante é isso! ela que sempre esteve ali como uma melhor amiga, nos protegendo, agora voltar a ter seu espaço. é lindo ver mulheres lidando com a raiva de forma saudável.
Senti a força de alguém que começa a ocupar o próprio espaço sem medo, reconhecendo a raiva como potência e maturidade. É inspirador ver essa transformação em voz alta!
Primeiro, lembro de uma amiga tendo ataques de raiva em 2021. Estávamos morando juntas, e ela estava passando por uns processos na vida dela e ficava tentando "colocar a raiva de volta no baú". E eu falava: "sente, deixa vir, grita, berra, raiva é um pedido de movimento". Hates vem, acredite, essa semana fui chamada de "vagaba" porque postei um vídeo viajando sozinha, é daí pra baixo. Mas eu estou segura de quem sou, de tudo que falei e fiz naquele vídeo, então a palavra dele nada mais é do que letras soltas pra mim, sem significado nenhum. Demorei anos pra chegar até aqui, e esse texto foi um lembrete belíssimo do caminho que já percorri.
E segundo, que honra estar nessa lista de mulheres escritoras. Obrigada, Yna! ♥️
Que texto maravilhoso! Senti a força aqui. Aprendi muito sobre o poder da raiva esse ano, que não tinha muito lugar na minha vida (e desembocou num bruxismo grave!!!).
O livro "Bem comportadas", que fala sobre como os 7 pecados são formas de controle das mulheres, trata bem sobre como encarar a Ira como pecado nos impede de acessar o poder da raiva como uma ferramenta de reconhecimento de limites.
Fica a recomendação se você ainda não leu! Um beijo 🤍
Eu já tava amando o texto por si só, porque a raiva feminina é muito poderosa, mas ter lido meu nome nas indicações foi ❤️❤️❤️ obrigada, Yna! pelas suas palavras, seu trabalho e por ser uma das vozes mais especiais do Substack :)
Pensando de outros lados aqui e fazendo a advogada do diabo... Talvez a Mari também sentiu o território dela ameaçado e se defendeu? Talvez você lembrou ela da força dela também, haha. Pelo menos ela não engoliu o sapo, que talvez nem existisse, mas que ela interpretou como real. A raiva que você Ynara sente é uma negação de uma ilusão, como você falou no seu vídeo-resposta sobre a raiva dos haters? Ou a raiva, a provocação, só são divertidas quando é você, "grandona" na posição de mentora, que faz o outro sentir? Tenho certeza que tanto você quanto a Mari saíram mais fortes disso, e no fim as duas fizeram a alegria de suas analistas.😙
Mari, é você? 😂 ô, gente! aqui eu falo da minha perspectiva, né? de como eu me senti, de como aquilo me afetou. o que a Mari sentiu e o que isso fez por ela, deixo pra que ela diga, uai! sinto uma passivo-agressividade no seu comentário usando meu vídeo para me imputar, talvez, uma certa arrogância que não me cabe. essa raiva que eu sinto não é mais uma negação da ilusão, já que minha ilusão era poder ser amada por todo mundo. me sinto grandona não pela minha posição profissional, mas por me sentir mas dona de mim. e se a Mari estiver se sentindo da mesma forma, ótimo! que mais mulheres dominem seu poder pessoal, mesmo que eu discorde delas.
oi, Mari! massa que apareceu por aqui ✨ escrevo porque preciso, desde muito nova. é minha maneira de elaborar, absorver, entender. e aqui eu decido compartilhar porque sempre ressoa com o momento de algumas pessoas e eu gosto desse movimento. acho massa dar eco para o que algumas possam estar sentindo.
ambas nos engatilhamos por nossos históricos e experiências. mas eu não estava falando diretamente de você no meu vídeo e você veio diretamente falar sobre mim na sua mensagem. sei que ele foi um gatilho pra você e imaginei que pegou em feridas e experiências vividas. assim como sua mensagem fez por aqui. desagradar e ser “mal vista” é difícil pra mim, por isso falo tanto sobre nas minhas newsletters.
mas se antes eu ficava de cama quando isso acontecia, hoje me dá raiva e isso é ótimo porque significa que estou me fortalecendo. assim como você, acredito. meu conteúdo te deu raiva e você agiu sobre isso. você desabafou por lá, eu desabafei aqui. fizemos o que precisávamos fazer para lidar com o incômodo causado.
não pretendo te analisar, prefiro deixar pra quem cuida de você ou te conhece mais afundo, eu acho mais justo porque são pessoas que tem contexto sobre sua história. hoje eu não aceito qualquer visão sobre mim porque já me fizerem muito duvidar de quem sou sem ter contexto pra isso. não mais.
a raiva que sinto é minha. assim como a sua é sua. não é sobre a gente enquanto pessoas.
não te desejo mal algum e, da minha parte, o assunto se encerra com esse texto (aliás, importante que saiba que o vídeo que postei no YT foi gravado antes de eu receber sua mensagem. vi sua mensagem no aeroporto, gravei o vídeo em casa dias antes).
no mais, celebro nossa raiva por nos colocar em movimento e nos fazer capazes de defender nossos territórios.
uauuuu! amei te ler, te ouvir e ser mencionada numa edição tão potente da newsletter, Yna. siga criando e expressando sua verdade no mundo! 🌟🤌❤️🔥
maravilhosa! muito grata! seguimos juntas!!!
E que baita edição. Por aqui o desafio é sempre escorregar menos para a raiva, mas acho que depois de ler estas linhas vou valorizar mais a minha!
muito grata, Ale! valorize mesmo! eu acredito muito no poder que ela tem♥️
Eu aqui lendo, com raiva da Mari tbm, pensando na Amazônia e de repente pah! Meu nome ali no meio daquelas que admiro tanto!
Obrigada pela referência e pelo seu texto que me acolheu de uma forma bonita enquanto passo por algo muito diferente, mas tão igual.
feliz demais que te acolheu, Andrea! eu adoro acompanhar o mundo através dos seus textos!
❤️
Nossa eu amei! Ano passado tive uma sessão de terapia que ela me perguntou se eu sentia raiva daquilo tudo que estava e lembro que fiquei até um tempo parada assimilando que sim, era raiva e como a gente pode nomear - e o quanto isso acaba sendo libertador ne?
Obrigada por lembrar dessa raiva como motor de combustão pra algumas coisas que estavam rondando por aqui
ela é tão desconhecida que a gente nem sabe reconhecer quando ela aparece, né? por isso é preciso falar sobre ela, expressá-la, observá-la, analisá-la! feliz em saber dos seus processos, Andréa♥️
siiim! o tanto que a gente pode aprender com ela não está escrito
raiva é um assunto tão complexo pra nós, mulheres, né? depois de muitos e muitos anos suprimindo pra agradar, sinto que estou voltando a me relacionar com a minha também. e que importante é isso! ela que sempre esteve ali como uma melhor amiga, nos protegendo, agora voltar a ter seu espaço. é lindo ver mulheres lidando com a raiva de forma saudável.
lindo mesmo, Elana! maravilhoso saber do seu processo com ela também. bora fazer coro!
Ahhh, obrigada! 😍
p.s. o melhor foi meu susto com a notificação "Ale Garattoni foi citada em toda raiva que me cabe"! 😅😂
HAHAHAHAHAH eu não tinha pensado nisso!
Senti a força de alguém que começa a ocupar o próprio espaço sem medo, reconhecendo a raiva como potência e maturidade. É inspirador ver essa transformação em voz alta!
Primeiro, lembro de uma amiga tendo ataques de raiva em 2021. Estávamos morando juntas, e ela estava passando por uns processos na vida dela e ficava tentando "colocar a raiva de volta no baú". E eu falava: "sente, deixa vir, grita, berra, raiva é um pedido de movimento". Hates vem, acredite, essa semana fui chamada de "vagaba" porque postei um vídeo viajando sozinha, é daí pra baixo. Mas eu estou segura de quem sou, de tudo que falei e fiz naquele vídeo, então a palavra dele nada mais é do que letras soltas pra mim, sem significado nenhum. Demorei anos pra chegar até aqui, e esse texto foi um lembrete belíssimo do caminho que já percorri.
E segundo, que honra estar nessa lista de mulheres escritoras. Obrigada, Yna! ♥️
Que texto maravilhoso! Senti a força aqui. Aprendi muito sobre o poder da raiva esse ano, que não tinha muito lugar na minha vida (e desembocou num bruxismo grave!!!).
O livro "Bem comportadas", que fala sobre como os 7 pecados são formas de controle das mulheres, trata bem sobre como encarar a Ira como pecado nos impede de acessar o poder da raiva como uma ferramenta de reconhecimento de limites.
Fica a recomendação se você ainda não leu! Um beijo 🤍
Eu já tava amando o texto por si só, porque a raiva feminina é muito poderosa, mas ter lido meu nome nas indicações foi ❤️❤️❤️ obrigada, Yna! pelas suas palavras, seu trabalho e por ser uma das vozes mais especiais do Substack :)
Acho tão bonito te acompanhar e ser leitora-testemunha de tantas transformações e desse seu fortalecimento que contagia.
Me inspiro em você e tiro o chapéu para a forma como você lida com esse lado nada belo dos ofícios no mundo digital.
Aplaudo de pé e conjuro bruxarias de amiga (que envio embrulhadas em papel amor) para que seus anjos não baixem a guarda no te guardar. ❤️
Um abraço forte, comadre querida.
Obrigada por me incluir nesse time de mulheres 🔥
Pensando de outros lados aqui e fazendo a advogada do diabo... Talvez a Mari também sentiu o território dela ameaçado e se defendeu? Talvez você lembrou ela da força dela também, haha. Pelo menos ela não engoliu o sapo, que talvez nem existisse, mas que ela interpretou como real. A raiva que você Ynara sente é uma negação de uma ilusão, como você falou no seu vídeo-resposta sobre a raiva dos haters? Ou a raiva, a provocação, só são divertidas quando é você, "grandona" na posição de mentora, que faz o outro sentir? Tenho certeza que tanto você quanto a Mari saíram mais fortes disso, e no fim as duas fizeram a alegria de suas analistas.😙
Mari, é você? 😂 ô, gente! aqui eu falo da minha perspectiva, né? de como eu me senti, de como aquilo me afetou. o que a Mari sentiu e o que isso fez por ela, deixo pra que ela diga, uai! sinto uma passivo-agressividade no seu comentário usando meu vídeo para me imputar, talvez, uma certa arrogância que não me cabe. essa raiva que eu sinto não é mais uma negação da ilusão, já que minha ilusão era poder ser amada por todo mundo. me sinto grandona não pela minha posição profissional, mas por me sentir mas dona de mim. e se a Mari estiver se sentindo da mesma forma, ótimo! que mais mulheres dominem seu poder pessoal, mesmo que eu discorde delas.
oi, Mari! massa que apareceu por aqui ✨ escrevo porque preciso, desde muito nova. é minha maneira de elaborar, absorver, entender. e aqui eu decido compartilhar porque sempre ressoa com o momento de algumas pessoas e eu gosto desse movimento. acho massa dar eco para o que algumas possam estar sentindo.
ambas nos engatilhamos por nossos históricos e experiências. mas eu não estava falando diretamente de você no meu vídeo e você veio diretamente falar sobre mim na sua mensagem. sei que ele foi um gatilho pra você e imaginei que pegou em feridas e experiências vividas. assim como sua mensagem fez por aqui. desagradar e ser “mal vista” é difícil pra mim, por isso falo tanto sobre nas minhas newsletters.
mas se antes eu ficava de cama quando isso acontecia, hoje me dá raiva e isso é ótimo porque significa que estou me fortalecendo. assim como você, acredito. meu conteúdo te deu raiva e você agiu sobre isso. você desabafou por lá, eu desabafei aqui. fizemos o que precisávamos fazer para lidar com o incômodo causado.
não pretendo te analisar, prefiro deixar pra quem cuida de você ou te conhece mais afundo, eu acho mais justo porque são pessoas que tem contexto sobre sua história. hoje eu não aceito qualquer visão sobre mim porque já me fizerem muito duvidar de quem sou sem ter contexto pra isso. não mais.
a raiva que sinto é minha. assim como a sua é sua. não é sobre a gente enquanto pessoas.
não te desejo mal algum e, da minha parte, o assunto se encerra com esse texto (aliás, importante que saiba que o vídeo que postei no YT foi gravado antes de eu receber sua mensagem. vi sua mensagem no aeroporto, gravei o vídeo em casa dias antes).
no mais, celebro nossa raiva por nos colocar em movimento e nos fazer capazes de defender nossos territórios.
grata por aparecer por aqui❤️🔥