O melhor dos bolinhos é poder colocar meia dúzia na marmita, a cria no sling e ir para onde for — para as residências criativas ou pro parquinho — e encher eles de bolinhos saudáveis enquanto vivemos. Sou tão e entusiasta dos bolinhos que vou te passar uma receita especialmente feita para quem não gosta de fazer bolinhos. Eles quase se fazem sozinhos. Juro!
Lindo te ler e ver o quanto mudamos.
Tenho pensado muito sobre isso, sabe? O quanto a nossa pluralidade e esse poder ser tantas coisas também é uma bela de uma armadilha. Querer ser tudo ao mesmo tempo e nunca estar feliz com aquilo que estamos vivendo no momento. Refletido muuuuuuuuito sobre isso.
você é uma grande inspiração pra mim e vou ficar muito feliz em poder fazer bolinhos porque não existe nada como um bolinho de mãe. acho que o chororô interno vai acalmar um pouco assim hahaha
pois é, mulher! eu também tenho refletido muito sobre isso também porque vem surgindo uma necessidade imensa de descansar em quem eu sou. e somos limitadas, né? isso deveria nos trazer alívio, mas impressionante como nos bagunça.
Me identifiquei muito com esse conflito entre desejar uma vida mais simples e, ao mesmo tempo, não conseguir abrir mão daquilo que construímos. Achei lindo quando você mostra que às vezes a gente romantiza versões de nós mesmos que, no fundo, talvez nem combinem com quem realmente somos.
Que texto lindo, sincero, verdadeiro e visceral. Me fez lembrar de uma frase da Clarice Lispector que tem me acompanhado ao longo desses primeiros meses de 2026: “Se eu não me amar estarei perdida – porque ninguém me ama a ponto de ser eu, de me ser. Tenho que me querer para dar alguma coisa a mim.” E acho que no fim é sobre isso, sobre fazermos as pazes com quem somos e também com aquilo que não somos. Obrigada pela partilha! 💛
Nós mulheres idealizadoras e a sina de sofrer quando o querer real não é o mesmo aquilo que a gente acha que queria…
Tem várias coisas que acho que quero e que são completamente inviáveis de acontecerem num mesmo tempo-espaço. Fico pensando então que dar a possibilidade, para nós mesmas, de experimentar “um pouco de cada coisa”, encontrar e reencontrar esses lugares-ritmos em que o corpo quer estar, seja um dos maiores presentes para nossa pluralidade 🩷
É tipo um "queria querer", né? Haha. A gente até tenta contornar o desejo, brigar com essa sede, com essa fome, sentir menos, mas no fim das contas, é essa sensação que nos hidrata e alimenta, que nos dá energia para ser quem somos, cheias de apetite pela vida.
O melhor dos bolinhos é poder colocar meia dúzia na marmita, a cria no sling e ir para onde for — para as residências criativas ou pro parquinho — e encher eles de bolinhos saudáveis enquanto vivemos. Sou tão e entusiasta dos bolinhos que vou te passar uma receita especialmente feita para quem não gosta de fazer bolinhos. Eles quase se fazem sozinhos. Juro!
Lindo te ler e ver o quanto mudamos.
Tenho pensado muito sobre isso, sabe? O quanto a nossa pluralidade e esse poder ser tantas coisas também é uma bela de uma armadilha. Querer ser tudo ao mesmo tempo e nunca estar feliz com aquilo que estamos vivendo no momento. Refletido muuuuuuuuito sobre isso.
você é uma grande inspiração pra mim e vou ficar muito feliz em poder fazer bolinhos porque não existe nada como um bolinho de mãe. acho que o chororô interno vai acalmar um pouco assim hahaha
pois é, mulher! eu também tenho refletido muito sobre isso também porque vem surgindo uma necessidade imensa de descansar em quem eu sou. e somos limitadas, né? isso deveria nos trazer alívio, mas impressionante como nos bagunça.
que lindo isso de fazer as pazes com aquelas que não somos!! parabéns pelo texto, gostei demais ✨️❤️
né? tão importante! muito grata, Fernanda!
Ameiiiiiiiii
oba!!!
Me identifiquei muito com esse conflito entre desejar uma vida mais simples e, ao mesmo tempo, não conseguir abrir mão daquilo que construímos. Achei lindo quando você mostra que às vezes a gente romantiza versões de nós mesmos que, no fundo, talvez nem combinem com quem realmente somos.
Que texto lindo, sincero, verdadeiro e visceral. Me fez lembrar de uma frase da Clarice Lispector que tem me acompanhado ao longo desses primeiros meses de 2026: “Se eu não me amar estarei perdida – porque ninguém me ama a ponto de ser eu, de me ser. Tenho que me querer para dar alguma coisa a mim.” E acho que no fim é sobre isso, sobre fazermos as pazes com quem somos e também com aquilo que não somos. Obrigada pela partilha! 💛
Eita! (Esse bateu)
Nós mulheres idealizadoras e a sina de sofrer quando o querer real não é o mesmo aquilo que a gente acha que queria…
Tem várias coisas que acho que quero e que são completamente inviáveis de acontecerem num mesmo tempo-espaço. Fico pensando então que dar a possibilidade, para nós mesmas, de experimentar “um pouco de cada coisa”, encontrar e reencontrar esses lugares-ritmos em que o corpo quer estar, seja um dos maiores presentes para nossa pluralidade 🩷
quando o texto chega exatamente na hora que tem que chegar. bateu muito aqui Yna, o caminnho é difícil, mas bonito <3
É tipo um "queria querer", né? Haha. A gente até tenta contornar o desejo, brigar com essa sede, com essa fome, sentir menos, mas no fim das contas, é essa sensação que nos hidrata e alimenta, que nos dá energia para ser quem somos, cheias de apetite pela vida.